sábado, 15 de maio de 2010

AULA 14-05-2010

GESTÃO DE ESTOQUE

Função, classificação e controle de estoques na produção. Leitura de texto e discussão em classe.

Texto no link abaixo:

terça-feira, 4 de maio de 2010



AULA 07-05-2010

O Sistema de Transportes

O Sistema de transportes é o componente logístico que tem, como finalidade, movimentar carga, passageiros e serviços. Sua importância é ainda maior quando analisamos do ponto de vista dos gastos logísticos para executá-lo, pois ele absorve percentuais significativos dos custos logísticos.

Ao observarmos nações desenvolvidas e em desenvolvimento, verificamos a grande influência que o Sistema de Transportes de cada país exerce como fator de: • possibilidade de aumento da competição no mercado; • redução dos preços das mercadorias; • garantia da economia de escala de produção.

O Sistema de Transportes, ao desenvolver suas atividades, contribui, de maneira direta e indireta, também, para: a. Acesso da população a níveis e padrões de vida mais elevados; b. Disponibilidade de bens para a população; c. Efeito estabilizador nos preços das mercadorias, principalmente nas entressafras; d. Existência de uma sadia concorrência entre os produtores; e. Flexibilidade para a localização da Produção (Parque Industrial), nãoatrelada aos mercados consumidores (se for o caso).

Tempo “Porta a Porta” e variabilidade

O usuário dos transportes deve ter atenção ao tempo real de transporte de seus bens, pois, a despeito de aviões serem mais velozes para o deslocamento de produtos, de nada adiantaria transportá-los pelo modal aéreo, usando jatos velozes, se acontecerem atrasos e retenções excessivas no solo. Desta forma, costuma-se usar o “tempo porta a porta” (que é o tempo desde a saída do fornecedor até a entrega ao cliente) com base para cálculos de tempo de transporte.

Outro aspecto fundamental que também deve ser considerado é a variabilidade. Muitas vezes, a despeito das mercadorias serem transportadas por um único modal (rodoviário, por exemplo), pode não existir uma precisa duração do tempo de entrega para distâncias iguais, em razão de aspectos, como: causas climáticas, congestionamentos de tráfego e número de paradas. Essa variação sinaliza a incerteza no desempenho do transportador e deve ser considerada no planejamento logístico.

Os Transportes Multimodais/Conteinerizada

Os Transportes Multimodais são, na atualidade, uma alternativa de transporte de bens e mercadorias para os gestores logísticos. Sua concepção baseia-se na integração de mais de um modal para realizar o transporte de produtos. A carga conteinerizada é uma solução para integrar modais, utilizando-se o container-padrão, que é capaz de transitar por todos os modais, agregando grandes flexibilidades ao Sistema de Transporte Logístico de carga.


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quarta-feira, 28 de abril de 2010

AULA 30-04-2010

MODAIS DE TRANSPORTES

Os transportes de cargas possuem cinco tipos de modais, cada um com custos e características operacionais próprias, que os tornam mais adequados para certos tipos de operações e produtos. Todas as modalidades têm suas vantagens e desvantagens. Algumas são adequadas para um determinado tipo de mercadorias e outras não. Escolha a melhor opção, analisando os custos, características de serviços, rotas possíveis, capacidade de transporte, versatilidade, segurança e rapidez.

Aéreo

É o transporte adequado para mercadorias de alto valor agregado, pequenos volumes ou com urgência na entrega. O Estado de São Paulo tem hoje 32 aeroportos sob sua administração e 5 aeroportos com a INFRAERO administrando (Guarulhos, Congonhas, Viracopos, São José dos Campos e Campo de Marte).

O transporte aéreo possui algumas vantagens sobre os demais modais, pois é mais rápido e seguro e são menores os custos com seguro, estocagem e embalagem, além de ser mais viável para remessa de amostras, brindes, bagagem desacompanhada, partes e peças de reposição, mercadoria perecível, animais, etc

Vantagens .: É o transporte mais rápido .: Não necessita embalagem mais reforçada (manuseio mais cuidadoso); Desvantagens :. Menor capacidade de carga; :. Valor do frete mais elevado em relação aos outros modais. Frete A base de cálculo do frete aéreo é obtida por meio do peso ou do volume da mercadoria, sendo considerado aquele que proporcionar o maior valor. Para saber se devemos considerar o peso ou o volume, a IATA (International Air Transport Association) estabeleceu a seguinte relação:

Ferroviário

A malha ferroviária brasileira possui aproximadamente 29.000 km e no Estado de São Paulo cerca de 5.400 km. Os processos de privatização do sistema iniciou-se em 1996, e as empresas que adquiriram as concessões de operação desta malha, assumiram com grandes problemas estruturais. A transferência da operação das ferrovias para o setor privado foi fundamental para que esse setor voltasse a operar. As empresas que operam a malha ferroviária brasileira são: ALL – América Latina Logística, CFN – Companhia Ferroviária do Nordeste, CVRD/EFC – Cia. Vale do Rio Doce – Estrada de Ferro Carajás, CVRD/EFVM – Cia. Vale do Rio Doce - Estrada de Ferro Vitória Minas, FCA - Ferrovia Centro Atlântica, Ferroban - Ferrovia Bandeirantes, Ferronorte – Ferrovias Norte Brasil Ferropar – Ferrovias do Paraná FTC - Ferrovia Tereza Cristina, MRS Logística, Ferrovia Novoeste, Ferrovia Norte-Sul, * Portofer**, * Norte-Sul – administrada pelo governo federal ** Portofer – administra a malha ferroviária do Porto de Santos

Vantagens: Adequado para longas distâncias e grandes quantidades: Menor custo de seguro; Menor custo de frete.

Desvantagens: :. Diferença na largura de bitolas; Menor flexibilidade no trajeto; Necessidade maior de transporto.

Hidroviário

A Hidrovia Tietê-Paraná têm papel importante na logística das matérias primas produzidas no Estado, particularmente no caso da movimentação de graneis e seus insumos. Com a interligação entre os rios Tietê e o Paraná, concluída 1999

Vantagens: Adequado para longas distâncias e grandes quantidades: .: Menor custo de seguro; Menor custo de frete.

Desvantagens: Diferença na largura de bitolas; Menor flexibilidade no trajeto; Necessidade maior de transporto em direção ao sul e vice-versa através da Eclusa de Jupiá, a Hidrovia ampliou seu raio de ação em mais de 700 km, totalizando 2.400 km entre rotas principais e secundárias, possibilitando, a baixo custo, o transporte de mercadorias entre os países do bloco do Mercosul. Além disso, obras de sinalização, recuperação e proteção de pontes, balizamento, dragagens, retiradas de pedras e controle eletrônico, realizadas nos últimos anos, têm possibilitado ampliar o volume transportado.

Embora o transporte na Hidrovia Tietê-Paraná apresente grandes taxas de crescimento, da ordem de 15% ao ano, com algumas iniciativas se poderá crescer a taxas ainda maiores, aumentando sua contribuição para o equilíbrio da matriz de transporte.

Eclusas : Bariri, Barra Bonita, Ibitinga, Nova Avanhandava, Promissão, Três Irmãos, Jupiá, Porto Primavera.

Marítimo

O transporte marítimo é o modal mais utilizado no comércio internacional ou longo curso refere-se ao transporte marítimo internacional. Inclui tanto os navios que realizam tráfego regular, pertencentes a Conferências de Frete, Acordos Bilaterais e os outsiders, como aqueles de rota irregular, os “tramps”. Vantagens

Vantagens: Maior capacidade de carga. Qualquer tipo de carga. Menor custo. Desvantagens: Necessidade de transbordos nos portos. Distancia dos centros de produção. Maior exigência de embalagens. Inflexibilidade nos portos.

Alguns tipos de navios: Cargueiro, porta containers, Roll-on/roll-off(Ro-ro), multipurpose, graneleiros.

Rodoviário

No Brasil algumas rodovias ainda apresentam estado de conservação ruim, o que aumenta os custos com manutenção dos veículos. Além disso, a frota é antiga (aproximadamente 18 anos ) e sujeita a roubo de cargas. O transporte rodoviário caracteriza-se pela simplicidade de funcionamento.

Vantagens: Adequado para curtas e médias distâncias; Simplicidade no atendimento das demandas e agilidade no acesso às cargas; Menor manuseio da carga e menor exigência de embalagem; Serviço porta-a-porta: mercadoria sofre apenas uma operação de carga (ponto de origem) e outra de descarga (local de destino); Maior freqüência e disponibilidade de vias de acesso; Maior agilidade e flexibilidade na manipulação das cargas; Facilidade na substituição de veículos, no caso de acidente ou quebra; Ideal para viagens de curta e média distâncias.

Desvantagens: Fretes mais altos em alguns casos; Menor capacidade de carga entre todos os outros modais; Menos competitivo para longas distâncias.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

AULA 23-04-2010
MANUSEIO DE MERCADORIA – RECEBIMENTO, EMBALAGEM E DESPACHO.


Funções principais da Logística:Transportes, Manutenção de Estoques e Processamento de Pedidos.

Funções secundárias: Armazenagem, Manuseio de materiais, embalagem, suprimentos e sistema de informação.

Transportes
– Absorve a grande parte dos custos de logísticas (um a 2/3). Sendo assim o item mais importante da logística.
Manutenção de Estoque – Juntamente com transporte, é o item que mais absorve custos na logística e é a atividade chave da logística para obtenção de resultados.
Processamento de pedidos: Sua importância está na satisfação de clientes. Fornecendo produtos e serviços dentro do tempo requerido.

Manuseio de materiais: Está associada com a armazenagem e também apóia a manutenção de estoques. É uma atividade que diz respeito à movimentação do produto no local de estocagem – por exemplo, a transferência de mercadorias do ponto de recebimento no depósito até o local de armazenagem e deste até o ponto de despacho. São problemas importantes: seleção do equipamento de movimentação, procedimentos para formação de pedidos e balanceamento da carga de trabalho.

Embalagem de proteção: Um dos objetivos da logística é movimentar bens sem danificá-los além do economicamente razoável. Bom projeto de embalagem do produto auxilia a garantir movimentação sem quebras. Além disso, dimensões adequadas de empacotamento encorajam manuseio e armazenagem eficientes.

Recebimento de mercadorias: O recebimento de mercadorias é a última etapa do processo de suprimento ou reposição de estoques. Os pedidos de mercadoria para reposição de estoques são encaminhados aos fornecedores dentro do ciclo ideal definido pela empresa, juntamente com seus fornecedores. As mercadorias são recebidas no local de armazenagem, conferidas, embaladas, e encaminhadas para as suas respectivas locações de estocagem.


Artigos para discussão em classe:
http://www.guialog.com.br/ARTIGO449.htm
http://www.guialog.com.br/ARTIGO352.htm

AULA 16-04-2010
AVALIAÇÃO BI-MENSAL AV1

sábado, 3 de abril de 2010

AULA 09-04-2010

Revisão da matéria para avaliação Bi-Mensal AV1.

sábado, 20 de março de 2010


AULA 26-03-2010

ESTUDO DE CASO:

General Motors do Brasil
Divisão de Peças e Acessórios

Apresentação PowerPoint em classe.

AULA 19-03-2010

CONTINUIDADE DA AULA ANTERIOR.

domingo, 7 de março de 2010

AULA 09 e 12/03/2010

SERVIÇO AO CLIENTE

o serviço ao cliente é influenciado por vários fatores tais como: Facilidade de encomenda; disponibilidade de estoque; confiabilidade de entregas.

Estratégia de transporte

· Modais de transporte

· Roteirização/progra-mação do transportador

· Tamanho/consolidação do embarque


Estratégia de estoques

· Níveis de estoque

· Disposição de estoques

·

Objetivos de serviços ao cliente

Métodos de controle

Estratégia de localização

· Número, tamanho e localização das instalações

· Designação de pontos de estocagem para pontos de fornecimento

· Designação de demanda para pontos de estocagem ou pontos de fornecimentos

· Armazenagem pública/privada

Definição do serviço ao cliente

Três grupos distintos de elementos de serviço ao cliente:

1. Elementos de pré-venda: relacionados com a política de serviço ao cliente (inclui a política de serviço, programas comerciais, etc.)

2. Elementos de venda: relacionados diretamente com a transação física ou com a distribuição (inclui disponibilidade de stocks, ciclo de encomenda, informação sobre ponto de situação de encomenda, preparação de pedidos, fiabilidade de entregas)

3. Elementos de pós-venda: compreende os elementos envolvidos com o serviço ao cliente após entrega do bem como o serviço pós-venda, garantias, procedimentos de reclamação, substituições, etc.

Elementos de serviço ao cliente

Elementos de serviço aos clientes mais representativos:

Disponibilidade de estoques e procedimentos de substituição.

Tempo de ciclo de encomenda e confiabilidade de entrega.

Alternativas de entrega e tempo de entrega.

Satisfação completa de encomenda e condições dos bens na entrega.

Métodos de encomenda e procedimentos de faturação

Precisão da faturação e procedimentos de reclamação.

Restrições de quantidade de encomenda.

Informação sobre o ponto de situação de encomenda

DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO

Antes visto como centro de custos, a logística hoje atua com foco no cliente permitindo avançar, além das formas tradicionais de movimentação de materiais, em direção a uma ferramenta poderosa na agregação de valor aos serviços oferecidos e, também, conquistando vantagens competitivas perante a concorrência.

O nível de serviço a ser oferecido pela empresa aos seus clientes ainda é um fator altamente complexo. Os gestores encontram enormes dificuldades para adaptá-lo a sua estrutura de distribuição de forma que atenda satisfatoriamente as necessidades de seus clientes e também dos acionistas. O fator de maior dificuldade é determinar quais os serviços que os clientes realmente desejam e necessitam.

Desta forma, o nível de serviço pode ser medido pelo tempo de entrega, ou seja, o tempo de transporte a partir do depósito até o endereço do cliente ou como porcentagem das ordens entregue dentro de certo prazo após o recebimento do pedido. Outra forma de avaliação é através de um questionário que, respondido pelos clientes, trará informações úteis para analisar o desempenho logístico da empresa. Ballou (2001) defende que a definição do nível de serviço para oferecer aos clientes é essencial para alcançar os objetivos de lucro da empresa.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010


AULA 05-03-2010

DISTRIBUIÇÃO COMO COMPOSTO DE MARKETING

As decisões sobre canais de distribuição afetam as decisões da empresa sobre produtos e geralmente envolvem decisões de longo prazo. A administração competente da distribuição pode resulta em uma vantagem competitiva sustentável para a empresa. Cabe ao Gestor de Logística realizar a tarefa principal de sua função: Assegurar a disponibilidade do produto ao cliente no lugar certo no tempo certo e manter os níveis de estoques em quantidades compatíveis com os objetivos financeiros da empresa. Resumindo: O menor estoque possível com a melhor disponibilidade de produtos possível. A perda da venda por falta do produto no estoque pode resultar na perda do cliente para o concorrente.

Quer um produto seja música, um automóvel, uma garrafa de Coca-Cola, um computador pessoal, um relógio, um pão de forma ou qualquer outra coisa, de alguma forma ele precisará ser posto à disposição de, literalmente, bilhões de pessoas. (Rosenbloom, 2001, p. 296).

A estratégia de distribuição de produtos estabelecida pela empresa, quer seja de distribuição direta, com as vendas dos produtos feitas diretamente aos consumidores, quer seja indiretamente, através de atacadistas e varejistas, deve estar alinhada com o planejamento logístico da empresa, com o uso de sistemas que interliguem toda a cadeia de suprimento e produção. A capacidade de “falar”com as diferentes fases de suprimento e produção, quer se trate de um fabricante de componentes, com sua rede própria de fornecedores, quer com fornecedores de matéria prima, a coordenação eficaz dessa cadeia, com respostas rápidas às demandas de vendas, vai resultar no diferencial competitivo que a logística pode agregar a empresa.

Como vimos na aula anterior, os canais de distribuição podem assumir diferentes formatos, com o envolvimento no ciclo de vendas de agentes, atacadistas, supermercados e pequenos varejistas, tornando complexa a tarefa de levar o produto até o consumidor e assegurar sua plena satisfação, assegurando assim a certeza de uma segunda venda.

Cabe a logística executar a estratégia de distribuição da empresa, dentro do enfoque de marketing que visa a satisfação do cliente e posicionamento correto do produto no mercado, ao mesmo tempo utilizando os recursos oferecidos pela Tecnologia de Informação para obter uma gestão de estoque eficaz.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

AULA 26-02-2010.

Redes de distribuição. Armazéns e centros de distribuição.

O Conceito de Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimento) veio fixar a mudança de conceitos de gestão de empresas, de produtividade para competitividade. A logística assumiu papel estratégico, agregando valor a clientes e a empresa, ao constituir-se uma vantagem competitiva sustentável.

A distribuição objetiva colocar o produto no lugar certo no tempo certo. O canal de distribuição representa o caminho que os produtos seguem do produtor até o consumidor.

Armazéns:

A definição de onde colocar armazéns é um exercício que busca conciliar custos de gestão de materiais com nível de disponibilidade de produtos requerido. A descentralização de armazenagem de produtos contribui para uma reposição de estoque mais rápida, principalmente de itens de maior giro. A Centralização contribui para aumentar o giro de estoque, com conseqüente redução do valor do inventário. Um serviço de logística bem planejado permite a empresa operar com um número menor de pontos de armazenagem de produtos, sem redução do nível de serviço para o consumidor.

Tipos de canais de distribuição:

Fabricante – Consumidor.

2) Fabricante – Varejista – Consumidor.

3) Fabricante – Atacadista – Varejista – Consumidor.

4) Fabricante – Agente - Atacadista – Varejista – Consumidor.

Tipos de Distribuição:

Intensiva – Seletiva – Exclusiva – E-Commerce.

Varejista:

Independente – Cadeia – Lojas de Departamentos – Lojas de Descontos – Supermercados – Shopping Centers – Porta-a-porta.

Tipos de Distribuição:

1) Fabricante – Consumidor = Dell – Avon.

2) Fabricante – Atacadista – Varegista – Consumidor: Bebidas.

3) Fabricante – Agente (Franquia) – Consumidor: Veículos.

Modelo de Distribuição de Peças GMB:

Fábrica administra estoque de peças dos Agentes, garantindo desempenho. Troca de peças entre Agentes. Logística exclusiva. Pedidos de emergência para veículos imobilizados

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

AULA 19-02-2010

Supply Chain Management

Supply Chain Management é o conjunto de atividades empresarias utilizado na gestão de materiais, compreendendo desde a seleção de fornecedores, fluxo de mercadorias, planejamento da produção, controle de estoques, distribuição, transporte, abrangendo desde o primeiro fornecedor até o consumidor final.

A mudança de conceito ocorrido na gestão empresarial de produtividade para competitividade, transformou a gestão da cadeia de suprimento (Supply Chain Management) em uma atividade estratégica para a empresa. Transformar o Supply Chain em uma vantagem competitiva implicou na diferenciação da empresa dos concorrentes, buscando contínua melhoria de custos na sua atividade de logística.

A habilidade da empresa em operar com estoques reduzidos e ótima disponibilidade de produtos (nível de serviço ao consumidor), tornou-se um fator estratégico, resultando em maior competitividade e lucratividade. Responder às exigências de um consumidor demandando cada vez mais satisfação e retorno para o seu dinheiro constitui um desafio permanente para os Gestores de cadeia de suprimento.

A Tecnologia de Informação (TI) fornece sistemas modernos de gestão de Cadeia de Suprimento. A evolução dessa atividade (SCM), está diretamente ligada ao progresso no uso de TI. Sem o uso da computação de dados, seria quase impossível a existência das modernas cadeias de suprimento que demandam controles eficazes de estoques, de programação e controle de materiais. A gestão integrada de programação de produtos/produção entre fornecedores, indústrias, distribuidores e varejistas, requer modernos recursos de TI, sobressaindo a Internet como o meio de comunicação mais acessível e barato para todas as empresas envolvidas no processo.

A globalização da economia trás como conseqüência uma revolução nas práticas logísticas. É comum encontrar em um computador componentes originários de diferentes continentes, evidenciando a amplitude que a cadeia de suprimentos pode atingir.

Há um conflito de entendimentos entre Logística e Gestão da cadeia de suprimento. Alguns autores definem a Logística como a própria atividade de gerir a cadeia de suprimentos; outros consideram a Logística como parte da Gestão da Cadeia de Suprimento.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

AULA 12-02-2010

Importância estratégica da Logística.

Análise e discussão em classe do artigo: LOGÍSTICA:

o diferencial da empresa competitiva Prof. Carlos Taboada. UFSC E FAE Business School.

“As mudanças ocorridas no ambiente de negócios brasileiros na década de 90 impuseram novos paradigmas para o gerenciamento empresarial, exigindo a substituição do antigo modelo de gerenciamento empresarial, baseado na produtividade, por um novo modelo, baseado na competitividade”.

“Os atributos de agilidade, flexibilidade e confiabilidade, ancorados em um adequado sistema de logística, podem ser utilizados como pilares para a estruturação de estratégias competitivas da empresa”.

“Os fatores que dificultam o melhor uso de logística são: falta de cultura de trabalho com enfoque integral, a carência de informações contábeis que apóiem a tomada de decisões logísticas, a falta de hábito de trabalho com parceiros e falta de ferramentas.”

Questões centrais:

Por que, no Brasil, existe uma confusão entre logística e transporte?

Por que, a partir da década de 90, a logística ganhou tanta importância,

tornando-se uma das principais preocupações dos empresários?

A logística pode ser usada como estratégia para se obter vantagem competitiva?

Por que algumas empresas ainda vêem a logística como custo e não como forma de agregar valor?

Quais são as principais dificuldades encontradas pelas empresas brasileiras na utilização da logística?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

AULA 05-02-2010

AULA INCIAL

Apresentação do Professor.

OBJETIVO DAS AULAS:
Propiciar aos discentes conhecimentos sobre Logística, com ênfase em transporte e distribuição, para utilização no âmbito profissional.

Metodoloogia de ensino:
Aulas didáticas, leituras de textos, discussão em grupos, apresentações, exercícios em classe e estudos de casos.

Recursos Pedagógicos:
Retro-Projetor, Laboratórios, TV, Pesquisas na Internet, Textos didáticos e Livros específicos.

Além de duas avaliações bi-mensais, será dado trabalho em grupo conforme temas a ser definidos oportunamente. Caso julgado necessário, será solicitado trabalhos individuais.

História da Logística.

Logística pode ser definida como fornecer os produtos ou serviços certos, no lugar certo e no tempo certo e nas condições certas.

Uma rápida olhada para o passado, sobre a história da logística, pode ser muito revelador.

O nascimento da logística pode ser atribuído às guerras antigas dos impérios Gregos e Romanos, onde Oficiais militares recebiam a incumbência de prover suprimentos e distribuição de recursos. Isso era feito para possibilitar aos soldados moverem de uma posição para outra adiante, de forma eficiente, o que poderia ser vital para o resultado da batalha. Isso também abrangia causar danos aos suprimentos dos inimigos e proteger os próprios suprimentos. Isso conduziu ao desenvolvimento de sistemas que podem ser relacionados ao que hoje chamamos Gestão de Logística.

Durante a segunda Guerra mundial (1939-1945), A Logística evolui muito. A logística do exercito dos USA e aliados foram superiores ao da Alemanha. Os locais de suprimento do exercito alemão foram atacados com grandes danos. Os militares Americanos asseguraram o suprimento de serviços e materiais no tempo certo, no lugar certo e na quantidade certa, da maneira mais eficaz e econômica possível. Surgiu desse esforço várias técnicas militares de logísticas que ainda hoje são utilizadas em formas mais avançadas.

Logística em forma de arte e ciência. Entretanto não podemos chamá-la de ciência. Ela não segue um conjunto de regras nem é baseada em habilidades herdadas ao nascer.

Um gerente de Logistica desempenha suas atividades e responsabilidades baseado em sua educação, experiências, habilidades e intuição.O gerente de logística assegura que sua empresa é beneficiada por um efetivo e eficiente sistema de gestão logística. Ele também precisa assegurar que os tipos certos de produtos e serviços são fornecidos na hora certa, na quantidade certa e no local certo, não obstante ser dentro ou forma das instalações da empresa.

Logistica hoje é vista como um fator estratégico para muitas organizações que no passado a viam como um ônus. As empresas nos dias atuais, estão contratando pessoas com pré-requisitos de conhecimentos no campo de gestão da cadeia de suprimento (Supply chain management).

Como tem sido o caso ao longo da história da logística, Gerentes de logística tem que possuir uma visão clara e determinação para obter resultados cumprindo estritos cronogramas (deadlines) além das outras qualificações normalmente requeridas para a função de gerência.

Mensagem a Garcia:

http://www.stetnet.com.br/puglisi/Mensagem_a_garcia.htm